Por um lado, temos esta coisa fantástica. Que, por si só, diz tudo.
Por outro, temos sindicalistas entregues a onanismos diversos sobre adesões e/ou não adesões a greves mais ou menos gerais.
Mais ou menos europeias.
Que tudo isto vai acabar mal, já só os idiotas profundos põem em dúvida.
Mas que acabe mal, em glória.
Nos últimos dias tenho sido apelidado de tudo.
A coisa tem oscilado entre o agitador e o fascista encartado.
Como qualquer das asserções é real, dou-as por bem recebidas.
Pelo meio surgem, carregados de imaginação, insultos à senhora minha mãe e ameaças de todo o tipo. Especialmente depois disto!
Como qualquer das asserções é real, dou-as por bem recebidas.
Pelo meio surgem, carregados de imaginação, insultos à senhora minha mãe e ameaças de todo o tipo. Especialmente depois disto!
Mas como sou teimoso, insisto.
A única forma de a Europa evitar o desastre total, reside no músculo.
Nesta fase do "campeonato", mais ninguém senão o pessoal portuário, tem condições de parar, à uma, toda a economia. E, já agora e por arrasto, todas as espécies e sub-espécies de políticos de todas as tristes proveniências que por aí medram. Só assim irão perceber.
Eles sabem que 80% do comércio mundial, se faz por via marítima.
Eles também sabem que terão de enfrentar os mais poderosos e criminosos lobbies do mundo.
Mas sabem igualmente que não estão sózinhos.
As greves de transportes públicos e de pessoal da ferrugem, são apenas passatempos para gente ociosa.
E rica.
Contráriamente ao que os políticos pensam, os meus/nossos filhos e netos não podem esperar.
Jamais nos perdoariam.
Jamais nos perdoariam.
