Acordo a pender para o obtuso.
Nada de extraordinário para quem, como eu, se tem entretido a desligar todos os interruptores que o conectam com a realidade.
Nada de extraordinário para quem, como eu, se tem entretido a desligar todos os interruptores que o conectam com a realidade.
Com esta realidade.
A da actual geração de homo politicus europeu, de turno.
Saída, sabe-se lá, de que cloaca do tempo.
Hoje, veio-me à memória o Sr. Julius H. Marx, aka, Groucho.
Dizia ele, a páginas tantas (1947), via New York Post:
"Retirem as mulheres do casamento. Centenas de maridos, passariam a ir com prazer para casa, caso não tivessem lá uma esposa à espera. Eliminem as mulheres do casamento e acabar-se-ão os divórcios. É claro, poderá sempre alguém dizer...se não houver mulheres, o que será da próxima geração?
Escutem, eu já vi qualquer coisa da próxima geração - e do que vi, se calhar não é pior que a coisa acabe toda por aqui"
Escusam as minhas amigas de se reunir em plenário, para decidir do pacote de malfeitorias a infligir-me.
Ele não poderia "concluir", sem premissas.
E só a conclusão me interessa.
* Título de um tema de Georges Brassens.
A da actual geração de homo politicus europeu, de turno.
Saída, sabe-se lá, de que cloaca do tempo.
Hoje, veio-me à memória o Sr. Julius H. Marx, aka, Groucho.
Dizia ele, a páginas tantas (1947), via New York Post:
"Retirem as mulheres do casamento. Centenas de maridos, passariam a ir com prazer para casa, caso não tivessem lá uma esposa à espera. Eliminem as mulheres do casamento e acabar-se-ão os divórcios. É claro, poderá sempre alguém dizer...se não houver mulheres, o que será da próxima geração?
Escutem, eu já vi qualquer coisa da próxima geração - e do que vi, se calhar não é pior que a coisa acabe toda por aqui"
Escusam as minhas amigas de se reunir em plenário, para decidir do pacote de malfeitorias a infligir-me.
Ele não poderia "concluir", sem premissas.
E só a conclusão me interessa.
* Título de um tema de Georges Brassens.
