quarta-feira, 1 de maio de 2013

1 euro, 900 paus? So what?


"A alternativa de regressar a comportamentos passados implica, numa versão mais radical, a bancarrota e a saída do euro", disse ele.
Radicalmente.
Acontece que, de bancarrota, nem vale a pena falar!
Não fora a "generosidade" de uns quantos filantropos e, há muito, andaríamos a recolher beatas do chão.
É o que, muito apropriadamente acontece, a quem, do trabalho, tem uma noção equivalente à de castigo divino.
Pelo que, nem por aí, consigo "ter pena".
Sair do euro? Imaginem a minha cara de profundíssima consternação!
Desde quando, a recuperação da "minha" soberania, da "minha" capacidade de decidir o que me aprouver, nas condições que me forem mais favoráveis, podem constituir motivo de alarme?
Quem não tem passado, não terá futuro.
Passado, é certamente coisa que não nos falta. Sobrevivemos 900 anos, contra ventos e marés, acumulando erros e acertos, indiferentemente. Como devem ser todas as coisas.
Mas chegàmos aqui, cara al sol
Nada temos a demonstrar, contrariamente a quem, por via de estranhas razões, me diz, hoje, o que devo ou não fazer.
Alguém, um dia destes, lhes explicará isto mesmo.
Sonoramente.