Houve por aí, parece, umas formas de vida que sugeriram afastar o cálice - desculpem, a constituição! - dos ávidos olhos das criancinhas, excessivamente curiosas.
Não vá o diabo tecê-las!
Dando o meu acordo de princípio, sugiro mais.
Arredem-na igualmente do "mundo adulto". Especialmente deste.
Que tem um especial apreço pela sua interminável elasticidade.
E, como muito bem sabemos, brincar com elásticos, tem como consequência - em bastos casos - levarmos com o dito na tromba.
E se dói...
Em alternativa, promova-se o regresso do livrinho supra. Com fanfarra.
Mas, antes disso, há um País para desenterrar.
Às armas ou...às pás. Como preferirem.
Estou por tudo.
