segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A "toltula" do chinês.

Vejamos então.
Gosto de reemergir quando começam a acontecer "coisas".
Sou uma vítima do meu eterno olhar guloso. Que posso eu fazer?
E que "coisas" tão interessantes são essas que tiveram o condão de me resgatar à hibernação que me havia imposto?
Como mandam os manuais apropriados, começa-se por remexer nas miudezas. No caso vertente, pode e deve, ser lido - o substantivo supra - de todas as formas que vos passem pela cabeça.
Mesmo tratando-se, tão só, de um minúsculo recanto da montra onde jaz toda uma quinquilharia avulsa, de calibre equivalente. E que a partir de agora vai, a conta-gotas, ver a luz do dia.
Já não era sem tempo, meu.
"Portantos", o moço em causa, já foi chutado para canto.
Não fosse ele entar em delírios e querer dar um passo maior do que a curta perna lhe permite!
Imagino o Barroso do MRPP a esfregar as mãos e a descer a Rue da la Loi para entrar na primeira tasca e se lambuzar de moules aux frites.
Fica pois a faltar o que falta. O resto da montra e...  
...o armazém - e esse sim, vale a pena!
Acreditem que vale a pena.