Definitivamente, nunca leram Séneca.
"Nisto erramos: em ver a morte à nossa frente, como um acontecimento futuro, enquanto grande parte dela já ficou para trás. Cada hora do nosso passado pertence à morte."
Para quê, então, perder tempo a tentar ressuscitar quem já está "morto"?
Especialmente quando o "morto" é movido a ressabiamento.
Para o que resta deste país, nem armas são necessárias.
Basta uma vassoura. A estrear, de preferência.
O coreto ficaria a brilhar. Quase irrepreensível.
Post scriptum: não estão à espera que escreva o nome do "morto", pois não?
Como muito bem sabem, esse amontoado de letras, há muito foi proscrito destas páginas.