domingo, 25 de março de 2012

À conversa no botequim.

Foi ontem. A 1ª.
Constato, sem a menor surpresa, que o português militantemente reclamante, continua militantemente...cobarde! Convoca-se o dito cujo para fora da sua "zona de conforto" e, vai lá tu que eu fico aqui! O juntar uma cara ao que diz, horroriza-o. O "confronto", intimida-o.
Mas não interessa. Como em tudo na vida, só fez falta quem esteve.
E esteve gente que sabe coisas. E ouviu coisas. E entre-surpreendeu-se com algumas dessas coisas.
E novas coisas ficaram anotadas para um futuro próximo. Figuras e figurinhas foram faladas. Numerosas, as últimas. Esparsas, as primeiras! Por entre as figurinhas, uma, brilhou a grande altura. Porque de coluna vertebral gelatinosa. Porque de trato untuoso. Porque rasteiro, no dizer e no fazer! Porque me remete para Eça/Ramalho, n'As Farpas:
" O sapateiro é secretário no centro reformista da sua rua, e alia o labor do botim ao da eloquência política, o que dá algumas vezes em resultado, empregar a metáfora no calçado e a sola e vira no discurso"
E compensa.