sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Upside down!

Tenho acordado assim, desde há 38 anos.
Pelo que, para mim, estava na posição correcta. Não percebo pois, o alarido que por aí campeia!
Mais coisas:
Um qualquer congresso de alternativas não sei a quê e que teve, por aí, lugar. Tomei boa nota de que desenterraram o vate de Águeda - há anos que o não via - e bolçou que, militarmente, a inversão bandeirística tem um qualquer significado misterioso.
Logo ele...um bufo, a ter opiniões!
Só por isto, não acrescento mais nada.
Vou ali vomitar o jantar!
 
Post scriptum (já repararam que uso, sempre, a locução latina por extenso. Assim não corro o risco de ser confundido com ps.): queria escrever mais coisas mas já me falta estômago.
Apesar de tudo, uma palavra para a Margarida Marante. Cortàmos relações no decurso do nosso primeiro ano de direito. No dia em que ela, no bar do Carlos gordo, na Católica, me comunicou que ia trabalhar com o Artur Portela Filho, numa coisa que ele dirigia e que se chamava Opção. Já nessa época, havia nomes que me suscitavam uma verdadeira repelência epidérmica. E tive uma reacção...epidérmica!
Ela também, como lhe competia.
Ficàmos por ali.
Há dois ou três anos, coincidimos à entrada do Tico-Tico. Pousàmos o olhar um no outro.
Não fomos capazes de retirar o cobarde de Orão, do meio de nós!...
Não faz mal. Um dia destes, fá-lo-emos. Noutra qualquer dimensão.
Um beijinho, Margarida.